É comum ver dois homens andando de mãos dadas no Egito, mas isso só significa que eles têm uma grande amizade, não tem nenhuma relação com sua orientação sexual.
Não se pode beber álcool na rua ou em lugares abertos, e nos “bares” é difícil encontrar bebida (é proibido na religião muçulmana utilizar bebida alcoólica).
Em hotéis, shoppings, parques e locais públicos, há sempre revista de seus pertences e máquinas de raio-x.
As mulheres no Cairo podem escolher se querem utilizar ou não o Hijab (véu na cabeça), portanto há famílias que têm irmãs onde uma utiliza o véu e outra não.
É proibido fotografar as mulheres egípcias ou encará-las demais.
Em pontos turísticos sempre há o preço egípcio
e o preço para estrangeiros, que costuma ser
cinco vezes maior do que o primeiro.
É comum no Egito fazer apenas duas refeições, uma ao acordar e outra por volta das 18 horas.
Na maioria das famílias é proibido namorar, então os casais se escondem dos pais e são super discretos perante a sociedade (não é comum nem dar as mãos em público). O namoro só vem à tona quando o rapaz pede a mão da mulher em noivado para a família, que pode aceitar ou não o casamento.
As mulheres trabalham, estudam e têm uma vida comum. De acordo com os egípcios elas não são vistas como inferiores, apenas tem que ser
mais “protegidas” do que os homens.
Muitos dos médicos egípcios são homens e como eles não podem tocar no corpo das mulheres, há uma dificuldade em se obter diagnósticos de certas doenças.
Como todo caso há sua exceção, alguns egípcios e egípcias bebem, vão a baladas (o que não é nada comum) e fazem tatuagens (o que é proibido no Islamismo). Muitos questionam a sociedade em que vivem e, principalmente, a maioria das mulheres, são contra o assédio que presenciam diariamente.